domingo, 13 de junho de 2010

CRIANÇAS ESPECIAIS


Esse assunto tem sido matéria de jornais e revistas e trata da inclusão social de portadores de deficiências físicas e mentais. A proposta é oferecer educação de qualidade para todos, sem discriminação. Dessa forma, alunos especiais frequentariam as mesmas escolas das demais crianças. O que está na base desse movimento mundial, responsável por uma grande transformação, é a valorização da diversidade. Assim sendo, é garantida a cada aluno a oportunidade de desenvolver ao máximo o seu potencial, num ambiente enriquecedor e estimulante. Os especialistas ainda estão discutindo a melhor forma de viabilizar a inclusão social nas escolas. Ao lado de certezas surgem, também, dúvidas em virtude da enorme variação e especificidade das diversas deficiências. De todo modo, sem entrar propriamente nessa discussão, é interessante levantar alguns tópicos, pois a frequência dessas situações deve aumentar. O que esperar das escolas Esse assunto entrou em pauta em 1994, quando a UNESCO recomendou o fim da barreira entre as escolas especiais e as outras. Os educadores, reunidos em Sala manca, decidiram por garantir o direito de acesso a salas de aulas regulares a todas as crianças, independente de suas limitações. A intenção é possibilitar a integração de todos os indivíduos à comunidade. Para acolher crianças com deficiências físicas, tais como dificuldades de locomoção, visão ou audição, houve necessidade de replanejar os espaços físicos, começando por rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam a circulação em cadeira de rodas. Evidentemente, os profissionais devem ser preparados para lidar com a diversidade, o que não quer dizer que devam se transformar em especialistas em cada deficiência. Existe ainda um movimento, que vem das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais, no sentido de integrar os portadores da síndrome de Down à sociedade. Muitos pais, seguindo as recomendações das APAES, estão tirando seus filhos das escolas especiais e matriculando-os em outros colégios. As creches municipais de São Paulo devem dar prioridade em 5% de suas vagas para crianças com necessidades especiais. Entretanto, muitos pais deixam de ocupar totalmente esses espaços, seja por desconhecimento, por achar que a creche não é lugar para seu filho ou, ainda, por temer a rejeição das outras crianças e famílias. Benefícios e questões Nas escolas que acolhem crianças especiais têm sido percebidos que o ambiente fica bastante alterado. A convivência entre alunos com diferenças visíveis desenvolve significativamente a tolerância e a solidariedade. Ocorre uma melhora na qualidade dos relacionamentos. Há, inclusive, relatos que mostram que a agressividade e a violência diminuem bastante. Por outro lado, as crianças especiais, estimuladas pelos outros, alcançam progressos muito superiores aos que teriam em escolas especializadas, onde estariam protegidas desse contato e, portanto, segregadas. Dessa forma, ao participar das atividades regulares, espera-se que estejam preparadas para desempenhar a maior quantidade de tarefas do dia-a-dia. Os educadores, diante de uma turma ainda mais heterogênea, passam a considerar e valorizar as diferenças e particularidades de cada aluno. Com isso, a própria avaliação se torna mais individualizada, deixando de estabelecer, apenas, uma contínua comparação entre os resultados obtidos. Os pais das demais crianças têm contato e se interessam por questões que antes não os afetavam, pois não faziam parte de seu universo. Entretanto, alguns temem que haja uma queda no rendimento do grupo todo, o que provocaria atraso na programação e interferência negativa no desempenho acadêmico dos próprios filhos. A proposta da inclusão é que as crianças especiais se beneficiem do convívio embora, talvez, não alcancem a mesma produção das demais. Dessa forma o cronograma seria mantido, sem prejuízo para os outros alunos. Como se vê, para administrar todas essas variáveis é necessário que a escola esteja preparada para lidar com as situações de conflito e tenha flexibilidade. Precisará rever conceitos ultrapassados, investir no professor e envolver toda a comunidade. A educação de qualidade para todos é uma tarefa ambiciosa e vai exigir empenho e mobilização, mas, sem dúvida, é um passo importante na construção de uma sociedade mais respeitosa e solidária. Cabe a todos, envolvidos nesse processo, a disponibilidade para se rever e se abrir garantindo que essa diversidade possa conviver produtivamente.
BJUSS JO 12/06/2010

sábado, 12 de junho de 2010

Crianças que Não Gostam De Estudar!!!

Quando a criança não gosta de
estudar

Se a criança reclama da escola, só tira notas baixas nas provas e fala que quer parar de estudar, antes de entrar em desespero, o primeiro passo é descobrir o motivo desse desinteresse. Para os pais, descobrir que o estudo não é uma das prioridades do filho é uma grande decepção, o que gera brigas, discussões e castigo.
Quando o filho é adolescente, a questão exige atenção redobrada dos pais. "Geralmente o adolescente é mais preguiçoso, por causa das constantes mudanças hormonais e psicológicas que sofre nesse período da vida. Além disso, a rebeldia começa a fazer parte do dia-a-dia do jovem. Às vezes, ele pode estar indo mal na escola, porque passa por problemas de relacionamento em casa. É uma forma de dizer "Eu também não estou bem",
Por isso, os pais precisam de boa dose de paciência para recuperar o tempo perdido, trocar as discussões pelo diálogo, ressaltar que, por meio do estudo, ele vai adquirir uma série de conhecimentos que o ajudarão nas questões do dia-a-dia.
Nem sempre o mau desempenho na escola está ligado à falta de motivação. Problemas físicos ou neurológicos também podem atrapalhar a performance da criança na sala de aula. Como resultado, além de dificultar o aprendizado, ela perderá o interesse pelos assuntos escolares.Para fazer uma avaliação correta do que está acontecendo com a criança, deve-se observá-la atentamente, perguntar a ela por que anda tão desmotivada, o que a está realmente incomodando.Às vezes a preguiça e a falta de vontade de ir às aulas estão relacionadas a algum problema na visão, como miopia ou astigmatismo, ou perda de audição.A hiperatividade, quando a criança não consegue ficar parada nem por um minuto, e a impulsividade, fazer as coisas sem pensar, também causam desinteresse ou atrapalham o bom desempenho na escola.


by JO 12/06/2010

Educação Infantil


História da Educação Infantil



Entende-se criança como um ser diferente do adulto, diferenciando na idade, na maturidade, além de ter certos comportamentos típicos. Porém, tirando a idade, o limite entre criança e adulto é complexo, pois este limite está associado à cultura, ao momento histórico e aos papéis determinados pela sociedade. Estes papéis dependem da classe social-econômica em que está inserida a criança e sua família. Não tem como tratar a criança analisando somente sua ‘natureza infantil’, desvinculando-a das relações sociais de produção existente na realidade
A valorização e o sentimento atribuídos à infância nem sempre existiram da forma como hoje são concebidas e difundidas, tendo sido modificadas a partir de mudanças econômicas e políticas da estrutura social. Percebe-se essas transformações em pinturas, diários de família, testamentos, igrejas e túmulos, o que demonstram que família e escola nem sempre existiram da mesma forma.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

MEUS BEBÊS!!!




O período conhecido como de adaptação da criança ao berçário é de suma importância na sua vida e merece todo cuidado da direção e da equipe de uma escola.
Ficar bem no berçário, sem chorar (nem sofrer), envolve muitos fatores e, basicamente, os sentimentos de duas pessoas: mãe e filho.
O comportamento expresso pela criança durante esse período indica o estado emocional, resultado e resultante de uma série de sentimentos desenvolvidos desde os primeiros meses de vida até o seu ingresso no berçário, sendo o produto de sua relação com a mãe, e é, simultaneamente, influenciado a partir daí pelos sentimentos desta, relacionados ao significado que possa ter para ela a separação de seu filho, com a conseqüente entrega dele a terceiros(Escola / Berçário).
É importante que a mãe tenha confiança na Escola escolhida e conte com o apoio da Equipe multiprofissional que lhe dará condições psicológicas e emocionais necessárias para que a criança se sinta segura permanecendo assim, por um certo período do dia afastada de sua mãe. Sugere-se destinar dois ou três dias para a mãe participar dos cuidados de seu filho, enquanto observa como os outras crianças são tratadas pela equipe do berçário. A criança em poucos dias sentir-se-á segura aceitando o novo ambiente e as pessoas com quem terá convívio. Caso a criança, após este período, apresente a reação incontrolável, com ansiedade e pânico a estranhos é desaconselhável deixá-la à força, devendo-se então prolongar o período de adaptação, dando tempo à criança para que a mesma possa desenvolver a confiança necessária nos adultos e no novo ambiente (desconhecido), consolidando assim, a confiança necessária em sua mãe.
Para ter certeza de que o berçário escolhido é o melhor para seu filho, comece conhecendo as escolas de educação infantil perto da sua residência ou trabalho e verifique se possuem alvará de funcionamento cedido pela prefeitura e/ou por órgão de educação de sua cidade.
A segunda etapa é a verificação dos espaços físicos da Escola, salas arejadas com grades de proteção nas janelas, áreas externas para banho de sol, portão nas escadas, extintores de incêndio, locais isolados para acomodação de butijões de gás, tomadas de luz vedadas, corrimão, banheiros adaptados para crianças, banheiros para adultos, higiene da cozinha, banheiros,sala de refeições, beleza e limpeza dos ambientes, paredes decoradas, espaços lúdicos adequados para cada faixa etária, berços para bebês, colchonetes , flores e plantas naturais. Ultimamente, muitas casas antigas estão sendo adaptadas para escolas de educação infantil. Portanto, fique atenta e observe paredes, teto e pisos. Além da parte física, deve-se observar a equipe de funcionários, apresentação, formação, e procurar marcar uma entrevista com a diretora ou coordenadora para que sejam passados a filosofia da escola, objetivos, organização, horários de funcionamento, etc.
A etapa de escolha da escola sendo superada, é chegada a hora da adaptação. A mãe tendo confiança no berçário, sentirá segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança, porém o período de adaptação varia de criança para criança, e deve ser avaliado individualmente.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

As crianças têm muito o que aprender na creche....



Os pequenos recebem cuidado e atenção e têm espaço para explorar, brincar e se conhecer. Em sala, têm à disposição brinquedos e materiais que incentivam a expressão artística e estimulam a imaginação. No parque, se divertem pisando na areia. Mesmo sem saber ler, manuseiam livros. Muitas vezes, nem conseguem falar e já estão "cantando" cantigas de roda e seguindo a coreografia. Assim é o dia das crianças de até 3 anos nas boas creches do país. Essas atividades compõem os conteúdos desse nível da Educação Básica. O termo é recente nessa etapa do ensino, mas tem se difundido graças às descobertas sobre a evolução cognitiva e emocional dos bebês. "Todas essas experiências que fazem parte da rotina devem ser organizadas em um currículo de forma a proporcionar o desenvolvimento de habilidades, como andar, e a aprendizagem de aspectos culturais, como o hábito da leitura", diz Beatriz Ferraz, consultora em Educação Infantil e coordenadora da Escola de Educadores, em São Paulo. O conhecimento, nessa fase, se dá basicamente por meio da ação, da interação com os colegas e os adultos, da brincadeira, da imaginação e do faz de conta. "Não se trata, portanto, de escolarizar as crianças tão cedo, mas de apoiá-las em seu desenvolvimentoOs pequenos recebem cuidado e atenção e têm espaço para explorar, brincar e se conhecer. Em sala, têm à disposição brinquedos e materiais que incentivam a expressão artística e estimulam a imaginação. No parque, se divertem pisando na areia. Mesmo sem saber ler, manuseiam livros. Muitas vezes, nem conseguem falar e já estão "cantando" cantigas de roda e seguindo a coreografia. Assim é o dia das crianças de até 3 anos nas boas creches do país. Essas atividades compõem os conteúdos desse nível da Educação Básica. O termo é recente nessa etapa do ensino, mas tem se difundido graças às descobertas sobre a evolução cognitiva e emocional dos bebês. "Todas essas experiências que fazem parte da rotina devem ser organizadas em um currículo de forma a proporcionar o desenvolvimento de habilidades, como andar, e a aprendizagem de aspectos culturais, como o hábito da leitura", diz Beatriz Ferraz, consultora em Educação Infantil e coordenadora da Escola de Educadores, em São Paulo. O conhecimento, nessa fase, se dá basicamente por meio da ação, da interação com os colegas e os adultos, da brincadeira, da imaginação e do faz de conta. "Não se trata, portanto, de escolarizar as crianças tão cedo, mas de apoiá-las em seu desenvolvimento....


bjuss..JO

CRIANÇA!!!!


Sei que não gostas de estar só na imensidão da noite, que as palavras e os pensamentos aterram nos teus lençóis moribundos, afiados, por isso ficarei até que adormeças.
Contaste mal a história do pião que rodopiava e ficaste aflito pela verdade ser extremamente obliqua e não passar na soleira da porta do vizinho.
Sabes, o Sol já se fez ao mar e a Lua estremece, está pronta a acordar, também ela reflectirá na companhia das estrelas a luz do astro rei no seu esplendor, que teimosamente deixará na tela, a sombra da emoção.
Mais tarde sairei pela porta do cavalo e levarei comigo todos os medos que não cabem no porta-moedas da brincadeira.
A dona Laura espera sorrateira por um punhado deles para mexer com os inimigos da sorte ou do azar, depende da ponta do bico de uma cegonha...

beijosss...amo fazer isso, a educação infantil entrou em minha alma...

O AMOR DE UMA CRIANÇA

Sei que não gostas de estar só na imensidão da noite, que as palavras e os pensamentos aterram nos teus lençóis moribundos, afiados, por isso ficarei até que adormeças. Contaste mal a história do pião que rodopiava e ficaste aflito pela verdade ser extremamente obliqua e não passar na soleira da porta do vizinho.Sabes, o Sol já se fez ao mar e a Lua estremece, está pronta a acordar, também ela reflectirá na companhia das estrelas a luz do astro rei no seu esplendor, que teimosamente deixará na tela, a sombra da emoção.Mais tarde sairei pela porta do cavalo e levarei comigo todos os medos que não cabem no porta-moedas da brincadeira. A dona Laura espera sorrateira por um punhado deles para mexer com os inimigos da sorte ou do azar, depende da ponta do bico da cegonha.